Estive hoje no Chouto, minha aldeia natal e, decorrendo ali um Rastreio a ser feito pelos Bombeiros da Chamusca, aproveitei para controlar a Hipertensão Arterial e a Diabetes, ficando a saber que está tudo em ordem.
Dobrei uma nota, meti-a na pequena ranhura da caixinha que discretamente estava encima da mesa e fiquei feliz por ajudar, colaborar e ficar a
Quem não quis colaborar, ou por outra, impôs condições para essa colaboração, foi o proprietário da farmácia do Chouto que, convidado pelos bombeiros para isso, com oferta de pequena coisa (maço de algodão, garrafa de álcool, caixa de pensos, por exemplo…) entendeu por bem declarar que só colaborava com oferta… se o Rastreio se fizesse nas suas

Assim mesmo, contado directamente e em 1ª mão a mim e ao Presidente da Junta que, logicamente, como eu, ficou chocado com esta posição do senhor proprietário da farmácia, senhor que me dizem ser de Almeirim.
No momento lembrei-me do saudoso e dedicado amigo Joaquim Cabeça, farmacêutico e homem de coração grande que, durante muitas dezenas de anos, acarinhou e ajudou graciosamente tantos e tantos filhos do concelho da Chamusca, chegando inclusive muitas vezes a fiar medicamentos aos mais desfavorecidos, para alivio das suas dores, para cura das suas maleitas.
Sou testemunha disso!
Somos muitos testemunhas disso!
Agora, no Chouto, o senhor proprietário da farmácia local, é feito de outra massa…
Ele, ficamos a saber, “não dá ponto sem nó”…
1 comentário:
Olá amigo Victor.
Acabei de dar uma volta aos seus trabalhos aqui colocados,e como sempre bem elucidativos.
gostei de ver o estado avançado das obras do centro dia,e no que diz respeito ao estado já avançado dos quartos,felismente ainda à quem teime em andar com o nosso chouto para a frente.
A esses persistentes aqui deixo o meu abraço solidário.
Agora com o tal ( Senhor ) que negou ajuda aos Bombeiros e no resto a todos os Choutenses,o meu obrigado,mas gente como ele o nosso Chouto não precisa.
Uma pessoa que tem um negócio desses, negar ajuda como ele o fez,só merece o desdem.
São as tais pessoas, que como o amigo diz não dá ponto sem nó.
Aquele abraço.
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