Quase podemos dizer que se mais depressa o Papa Francisco
tomasse a bela iniciativa que tomou e que aqui registei em Junho último e mais
depressa a guerra, o horror e a morte voltariam aquelas martirizadas terras do
Médio Oriente.
Trata-se de um ódio de morte que dura desde que no final da
guerra 1940/44 os homens encontraram aquela solução para o povo judeu e que logo
se viu que não daria certo...

Não me sinto minimamente abalizado para condenar ou apoiar
qualquer uma das partes e entendo as posições dos israelitas e dos
palestinianos, julgando que ambos têm razão e culpas neste interminável
conflito. Custa-me aceitar a muita dor e morte que Israel tem provocado na
Faixa de Gaza mas também acredito que a Palestina e sobretudo o Hamas, no
intuito de melhor se defender, faz das mulheres e crianças escudos que os de
Israel não respeitam provocando assim situações e cenas horríveis que a
comunicação social todos os dias nos mostra.
Neste enorme drama que não sabemos como e quando terminará,
se é que terá fim, quem sofre são os mais fracos e indefesos, as mulheres e as
crianças de parte a parte mas sobretudo na Palestina porque mais fracos, que
morrem ou ficam feridas e que vêm os seus bens ser arrasados e destruídos.
Um odio de morte que nos horroriza e a que há que pôr termo.